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Na postagem do dia 25 de maio de 2010, O navio Fantasma - A proeza do Djalma, narramos a história de um bageense que participou do resgate dos tripulantes do navio Altair, que encalhou na praia do Cassino, em Rio Grande. Contamos com o precioso auxílio do Miguel Sanchis, que nos relatou outros naufrágios e nos cedeu fotografias do seu site. Hoje publicamos um segundo relato, este do próprio Miguel, sobre o naufrágio de um outro navio que ele, ainda guri, teve a oportunidade rara de conferir alguns dias depois do acontecido. Como ele mesmo disse, coisa de um piá de sorte.
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Antes da instalação de uma rede de faróis entre Torres e o Chuí, bem como o surgimento da navegação por GPS, o litoral gaúcho foi palco de incontáveis naufrágios. O vento “nordestão” e o “carpinteiro” agravavam a situação, fazendo da nossa costa uma verdadeira armadilha para a navegação. Estas características valeram ao nosso litoral, considerado um dos mais perigosos do mundo, o apelido de “cemitério de navios”. Umas das vítimas foi o navio “Mount Athos”, de 164 metros de comprimento. No dia 11.03.1967 o cargueiro grego, que transportava adubo para Rio Grande, foi acossado pelo vento e por fortes ondas. Ao aproximar-se demasiadamente da costa, a embarcação colidiu com um banco de areia, vindo a dar na praia com os seus 28 tripulantes. Todos se salvaram. Estava a 15 quilômetros ao norte do Farol da Solidão, nas coordenadas aproximadas de 30ºS31’/50ºW20’. O Mount Athos foi desmontado pelos irmãos Molet, de Porto Alegre, e seus restos encaminhados para a Siderúrgica Rio-Grandense. Ainda hoje, no entanto, nas ocasiões de mar baixo, é possível observar os restos do fundo do “Mount Athos”. O Miguel Sanchis, do blog www.conjuminando.com.br, considera-se um "piá" de sorte, “pois na primavera de 1967 meu pai pegou o seu Aero-Willys-1961 e levou toda família para visitar o navio soçobrado”. Nas fotos da família Zuazo Sanchis, aparecem, o pai Fernando, a mãe Eloina – hoje com 80 anos, Mende (a menina), José Fernando e Miguel Sanchis, o caçula.
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Narrativa baseada em texto do site www.conjuminando.com.br
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Antes da instalação de uma rede de faróis entre Torres e o Chuí, bem como o surgimento da navegação por GPS, o litoral gaúcho foi palco de incontáveis naufrágios. O vento “nordestão” e o “carpinteiro” agravavam a situação, fazendo da nossa costa uma verdadeira armadilha para a navegação. Estas características valeram ao nosso litoral, considerado um dos mais perigosos do mundo, o apelido de “cemitério de navios”. Umas das vítimas foi o navio “Mount Athos”, de 164 metros de comprimento. No dia 11.03.1967 o cargueiro grego, que transportava adubo para Rio Grande, foi acossado pelo vento e por fortes ondas. Ao aproximar-se demasiadamente da costa, a embarcação colidiu com um banco de areia, vindo a dar na praia com os seus 28 tripulantes. Todos se salvaram. Estava a 15 quilômetros ao norte do Farol da Solidão, nas coordenadas aproximadas de 30ºS31’/50ºW20’. O Mount Athos foi desmontado pelos irmãos Molet, de Porto Alegre, e seus restos encaminhados para a Siderúrgica Rio-Grandense. Ainda hoje, no entanto, nas ocasiões de mar baixo, é possível observar os restos do fundo do “Mount Athos”. O Miguel Sanchis, do blog www.conjuminando.com.br, considera-se um "piá" de sorte, “pois na primavera de 1967 meu pai pegou o seu Aero-Willys-1961 e levou toda família para visitar o navio soçobrado”. Nas fotos da família Zuazo Sanchis, aparecem, o pai Fernando, a mãe Eloina – hoje com 80 anos, Mende (a menina), José Fernando e Miguel Sanchis, o caçula.
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Narrativa baseada em texto do site www.conjuminando.com.br
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3 comentários:
O Gerson foi quem primeiro me mandou essas fotos que recebeu de um amigo pela internet. Percebi que os navios eram diferentes, ai... achei um especialista - o Miguel Sanchis, que desfez a mistura e pode nos dar detalhes preciosos como os relatados no post.
E aí Vaz, bota a opção para compartilharmos estas histórias nas redes sociais. Vou postar esta também no meu blog, ok? Paulo Otávio
Pois é, Paulo Otávio, agora as redes estão em alta, quando comecei o blog não eram muito importantes. Vou fazer isso agora. Grato pela dica. Abç.
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